Saturday, 25 April 2009
Wednesday, 15 April 2009
Monday, 3 November 2008
Thursday, 23 October 2008
Some work
Monday, 29 September 2008
Friday, 26 September 2008
Os Médicos Malditos - Les Médecins Maudits
Duas perspectivas diferentes:
A crueldade de que o ser humano é capaz para com outros da mesma espécie, e a contraposição da ambição do conhecimento, da descoberta, do avanço científico.
Uma verdade:
Nunca a Medicina evoluiu tanto como nesse período, com contributos hoje fundamentais para o exercício da mesma.

A crueldade de que o ser humano é capaz para com outros da mesma espécie, e a contraposição da ambição do conhecimento, da descoberta, do avanço científico.
Uma verdade:
Nunca a Medicina evoluiu tanto como nesse período, com contributos hoje fundamentais para o exercício da mesma.
Wednesday, 24 September 2008
Monday, 22 September 2008
Pensamentos profundos
Tuesday, 12 August 2008
Wednesday, 21 May 2008
Será - Pedro Abrunhosa
Será que ainda me resta tempo contigo,
ou já te levam balas de um qualquer inimigo.
Será que soube dar-te tudo o que querias,
ou deixei-me morrer lento, no lento morrer dos dias.
Será que fiz tudo que podia fazer,
ou fui mais um cobarde, não quis ver sofrer.
Será que lá longe ainda o céu é azul,
ou já o negro cinzento confunde Norte com Sul.
Será que a tua pele ainda é macia,
ou é a mão que me treme, sem ardor nem magia.
será que ainda te posso valer,
ou já a noite descobre a dor que encobre o prazer.
Será que é de febre este fogo,
este grito cruel que da lebre faz lobo.
Será que amanhã ainda existe para ti,
ou ao ver-te nos olhos te beijei e morri.
Será que lá fora os carros passam ainda,
ou as estrelas caíram e qualquer sorte é bem-vinda.
Será que a cidade ainda está como dantes
ou cantam fantasmas e bailam gigantes.
Será que o sol se põe do lado do mar,
ou a luz que me agarra é sombra de luar.
Será que as casas cantam e as pedras do chão,
ou calou-se a montanha, rendeu-se o vulcão.
Será que sabes que hoje é Domingo,
ou os dias não passam, são anjos caindo.
Será que me consegues ouvir
ou é tempo que pedes quando tentas sorrir.
Será que sabes que te trago na voz,
que o teu mundo é o meu mundo e foi feito por nós.
Será que te lembras da cor do olhar
quando juntos a noite não quer acabar.
Será que sentes esta mão que te agarra
que te prende com a força do mar contra a barra.
Será que consegues ouvir-me dizer
que te amo tanto quanto noutro dia qualquer.
Eu sei que tu estarás sempre por mim
Não há noite sem dia, nem dia sem fim.
Eu sei que me queres, e me amas também
me desejas agora como nunca ninguém.
Não partas então, não me deixes sozinho
Vou beijar o teu chão e chorar o caminho.
Será,
Será,
Será!
ou já te levam balas de um qualquer inimigo.
Será que soube dar-te tudo o que querias,
ou deixei-me morrer lento, no lento morrer dos dias.
Será que fiz tudo que podia fazer,
ou fui mais um cobarde, não quis ver sofrer.
Será que lá longe ainda o céu é azul,
ou já o negro cinzento confunde Norte com Sul.
Será que a tua pele ainda é macia,
ou é a mão que me treme, sem ardor nem magia.
será que ainda te posso valer,
ou já a noite descobre a dor que encobre o prazer.
Será que é de febre este fogo,
este grito cruel que da lebre faz lobo.
Será que amanhã ainda existe para ti,
ou ao ver-te nos olhos te beijei e morri.
Será que lá fora os carros passam ainda,
ou as estrelas caíram e qualquer sorte é bem-vinda.
Será que a cidade ainda está como dantes
ou cantam fantasmas e bailam gigantes.
Será que o sol se põe do lado do mar,
ou a luz que me agarra é sombra de luar.
Será que as casas cantam e as pedras do chão,
ou calou-se a montanha, rendeu-se o vulcão.
Será que sabes que hoje é Domingo,
ou os dias não passam, são anjos caindo.
Será que me consegues ouvir
ou é tempo que pedes quando tentas sorrir.
Será que sabes que te trago na voz,
que o teu mundo é o meu mundo e foi feito por nós.
Será que te lembras da cor do olhar
quando juntos a noite não quer acabar.
Será que sentes esta mão que te agarra
que te prende com a força do mar contra a barra.
Será que consegues ouvir-me dizer
que te amo tanto quanto noutro dia qualquer.
Eu sei que tu estarás sempre por mim
Não há noite sem dia, nem dia sem fim.
Eu sei que me queres, e me amas também
me desejas agora como nunca ninguém.
Não partas então, não me deixes sozinho
Vou beijar o teu chão e chorar o caminho.
Será,
Será,
Será!
Friday, 28 December 2007
Afinal a Medicina é...
A ciência, medicina, não dão nada às
pessoas para se apoiarem...
excepto palavras impronunciáveis.
O cancro que age caprichosamente.
Tu medes a vida com uma régua...e uma balança de casa da banho.
Se tu as tiras...
a vida ter algum sentido.
E tu finges compreendê-la
absolutamente...
quando és nada....
tem mais valor do que tu.
Monday, 10 December 2007
Sunday, 9 December 2007
Júlio Machado Vaz

No âmbito do XVIII Encontro Nacional de Psiquiatria da Infância e da Adolescência, o Professor Júlio Machado Vaz brindou-nos com a sua presença, não sem antes nos causar um breve arrepio de espinha "furunculoso".
Onde se falou de amor cortês e amor romântico, sexualidade em qualquer idade, e evolução ao longo do tempo dessa mesma sexualidade, consumismo e tudo e tudo e tudo...
Por nós, resta-nos agradecer os longos quilómetros até este lado da serra, e um até já, esperamos.
Quem diria que no interior tabém se fazem coisas destas???
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